Archive for Novembro, 2010

Corrida Luzia Dias (Lisboa, 2010)

Novembro 28, 2010

Depois de estar sem correr desde terça-feira, para recuperar dos treinos das duas semanas anteriores em que fiz um volume muito acima daquilo a que estava habituado, fui hoje correr a 4ª Corrida Luzia Dias.

Esta prova realiza-se na zona do Lumiar, estando anunciados 10 Km. Desta vez, além do colega de corridas do costume (Osvaldo), consegui convencer um estreante (Luís) a fazer os 10 Km. Além disso cheguei a horas, levantei o dorsal e tinha satélite no Garmin. O número de participantes era pequeno pelo que não havia confusão no início da corrida.

Estavam reunidas  as condições para uma boa prova.

Começou a prova, arranquei o Garmin e lá fui.

Km 1 – Km 3

Alguns metros depois do início reparei, pelo Garmin, que estava a correr abaixo dos 5 min / Km e lembrei-me que não era muito boa ideia ir tão depressa, tão cedo. Após cerca de 500 metros começou a primeira subida. Nada mau – já me ia fazer baixo o ritmo. A inclinação da subida diminui um pouco mas foi sempre a subir até ao 1º Km.

O Garmin deu a indicação de 1º Km alguns metros antes da placa da organização. Tempo = 5:15 min.

A partir daí o percurso ficou em linha durante alguns metros e depois começou a descer numa inclinação ligeira. Voltamos a passar perto do local onde a subida tinha tido início, seguindo-se uma pequena recta e uma subida. Após alguns metros a subir apareceu a placa de 2º Km e mais ou menos no mesmo local o Garmin deu a respectiva indicação. O aparelho estava-se a portar bem. Tempo = 4:13 (min). A descida tinha ajudado ao ritmo.

Continuei a subir e a certa altura vi a placa do 3º Km. Olhei para o Garmin, que estava a indicar cerca de 2500 metros. Comecei a estranhar aquela marcação e o próprio tempo decorrido até ali (cerca de 12 minutos) indicava que não podia já ter feito os 3 Km, tendo em conta que tinha sido a subir desde antes do 2º Km (não estou a subir assim tão rápido :p).

O Garmin só deu a indicação do 3 Km passado algum tempo, a meio de uma descida.

Km 3 – Final

Do 3º quilómetro desceu-se até à Alameda das Linhas de Torres e depois virou-se em direcção ao Estádio José de Alvalade.

A certa altura o meu Garmin deu o aviso do 5º Km (cuja placa já tinha passado há algum tempo) aos 23:13 (min) e passado uns 3 segundos ouvi o relógio de outra pessoa a dar também um aviso. Perguntei a esse corredor quanto é que o relógio dele tinha marcado, e ele disse-me que tinha marcado 5º Km e que a corrida não tinha os 10 Km.

Continou-se em direcção a Telheiras, onde se subiu novamente uma rua, para dar uma voltinha antes de voltar ao Estádio.

Quando passei pela placa de 8º Km, o Garmin ainda não marcava os 7.5 Km. Estávamos de volta à Alameda das Linhas de Torres. Olhei para o Garmin e reparei que estava a correr à volta dos 4:30 min/Km. Nada mau. O Garmin marcou a passagem ao 8º Km com 37:18 (min) o que era bom. Tinha estado a correr forte e não tinha tido nenhum ameaço de dor-de-burro: melhor ainda.

Passando novamente pela zona de partida corri em direcção ao final. Na direcção oposta vinha uma senhora visivilmente chateada e que disse algo do género “Por causa desta merda as pessoas têm de vir a pé.”. Se calhar não tinha conseguido apanhar o autocarro…

Ainda houve ali uns ameaços de subidas antes da recta da meta… chegado à dita fiz um mini-sprint e acabei com o tempo de 44:42 (min) mas… não foram 10 Km. O Garmin diz que foram 9.58 Km.

Ao voltar para trás, enquanto esperava pelos dois colegas, ainda passei por algumas pessoas que comentavam que o 3º Km estava mal marcado.

Em geral gostei da prova. Estive a correr abaixo dos 5 min por quilómetro durante a corrida quase toda, o que é bom e dá uma boa motivação para continuar os treinos regulares que tenho feito.

Pontos positivos

  • Percurso – Muito bom percurso com altimetria variada no meio de Lisboa 🙂
  • Nada de confusão – Devido às inscrições limitadas (pouco mais de 600 pessoas), deu para aquecer e deu para correr o percurso todo.

Pontos negativos

  • Distância a menos e o 3º Km claramente mal marcado – Não ter chegado aos 10 Km fez com que ficasse a saber a pouco 🙂
  • Não havia distribuição de água durante o percurso.
    • Será que isto é típico das provas de Inverno ?
    • O mais engraçado é que acabaram por dar 3 garrafas de água no final da corrida. Portanto água não faltou.
      • Não há escuteiros disponíveis no Lumiar? 🙂

De qualquer forma convém ter em conta o custo da corrida ao fazer estes comentários e avaliações: paguei apenas 4 € para me inscrever, o que é mais barato do que os típicos 8/10 € das corridas mais famosas.

Pós-corrida

Perguntei ao estreante como se tinha sentido durante a corrida. Eis a resposta:

“Não sei… passou rápido, abrandei quando estava cansado e tal. É de facto mais fixe correr assim do que sozinho”

E realmente é mais fixe correr no meio do pelotão com malta à volta que nos ajuda a ultrapassar os nossos “limites”. Fica a dica, principalmente para todos aqueles que fazem má cara e dizem que é parvo “pagar para correr”.

Já agora, convém ter em conta que o Luís ontem à noite estava indeciso, pois achava que não conseguia chegar ao fim porque nunca tinha corrido 10 Km. Acabou por conseguir cumprir todos os objectivos que levava pra prova: chegar ao fim, sempre a correr e não ficar em último :p.

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Corrida pela Diabetes (Lisboa)

Novembro 14, 2010

Realizou-se hoje a primeira edição da Corrida pela Diabetes, em Lisboa.

Soube desta prova há poucos dias e aproveitei já que apenas tinha uma prova planeada para Novembro (dia 28).

As únicas coisas que sabia era que a corrida começava no Princípe Real e acabava nos Restauradores, tendo uma duração total anunciada de 10.5 Km.

Antes da prova

Hoje saí de casa para ir para a corrida. Cheguei à paragem do transporte… e o mesmo já estava a ir embora. O seguinte era daí a 20 minutos, pelo que tinha tempo de ir a andar até à paragem seguinte (demoro 15 min a chegar lá) e apanhar o mesmo quando chegasse aí.

Quando ia a andar a caminho da outra paragem, lembrei-me… do medidor de frequência cardíaca! Tinha ficado em casa! Lá comecei a andar em direcção de casa. Não era um item essencial, mas era o primeiro teste do Garmin em prova, pelo que queria levar a tralha toda.

Ao chegar a casa toquei à campaínha (porque quando vou às provas não gosto levar chave) e não tive sorte. “Devem ter ido ao supermercado” – pensei. Então lá fui eu ao supermercado (é perto) buscar a chave. Tive sorte e arranjei chave, fui a casa, peguei no medidor, molhei os contactos do mesmo, coloquei-o à volta do peito e siga para a paragem. Mas antes disso, fui devolver a chave. Entre devolver a chave e voltar para a paragem, perdi novamente o transporte…

Olho para o relógio da estação e vejo que o próximo é apenas às 09:33. Ora aquilo demora cerca de 23 minutos, portanto já me estava a ver meio tramado para chegar a tempo. “Pode ser que atrasem um pouco o início da corrida.” – pensei eu – um gajo tem direito a estar numa onda optimista de vez em quando :).

Cheguei ao Rossio às 09:56, liguei o Garmin (para ir apanhando o sinal do satélite) e toca a correr aquelas escadas para chegar ao Princípe Real. Pelo menos aquecimento já ia ter :).

Prova

Chegado lá ao suposto local de início da prova, vejo que estão a esvaziar o balão da Partida! Era o último. É inédito… Pedi umas indicações a uma Sra. da organização, olhei para o Garmin para começar a marcar e… não havia Satélite.

Como eu queria era correr e já ia bem atrasado (já tinham arrancado as pessoas da Corrida e as pessoas da Caminhada) e até o carro dos bombeiros que ia atrás de todo o pelotão já tinha arrancado, desatei a correr pela Rua da Academia de Ciências em direcção ao Rato. Passei pelos bombeiros, passei pelos caminheiros… e o Garmin teimava em não encontrar o Satélite.

Quando cheguei ali ao Rato desliguei o Garmin e voltei a ligar, para ver se tinha sorte. Passado um pouco apanhou o sinal, ali a meio da Rua Braamcamp. Penso que já tinha corrido pelo menos uns 500 ou 700 metros.

Nesta altura já ia no meio de pessoal que ia meio a correr, meio a andar. Fiquei mais animado, pois já não faltaria muito para apanhar o pessoal que corre 10 Km em 50 minutos. Passei no Marquês, subi a Fontes Pereira de Melo e lá percebi que o percurso ia ser semelhante ao da Corrida do Pai (e ao do GP de Natal de 2009) que acho muito porreiro.

O “problema” deste percurso são as passagens nos túneis. Aquele sobe e desce ao fim de algum tempo começa a fazer mossa. Como eu gosto de subir tenho mania de acelerar na parte de regresso à superfície 🙂 mas adiante.

Estava curioso em relação ao que o Garmin iria fazer ao passar nos túneis. Correu mais ou menos: nos túneis mais longos ele acabava por queixar-se de falta de satélite.

Depois de fazer os túneis na direcção do Campo Grande cheguei ao ponto de retorno e toca a voltar para o Saldanha.

Na subida depois do último túnel, reparei que um outro corredor tinha feito a mesma com um ritmo forte, pelo que me juntei a ele e fomos juntos durante um bocado. Um bocado antes do Saldanha só o oiço a dizer “f***-se nunca mais acaba a subida“.

Do Saldanha para baixo era sempre a descer. Fiz a descida do Saldanha até ao Marquês num ritmo controlado. Depois quando entrei na Avenida da Liberdade soltei-me e foi a puxar na descida até aos Restauradores. Estes dois últimos Km são praticamente sempre a descer, o que facilita um bocado a vida a quem começou a puxar cedo.

Com isto tudo acabei por fazer um tempo decente: o Garmin, durante o tempo que esteve a apanhar Satelite, marcou 10.01 Km em 48:16 minutos (*). O resto da prova durante a qual não tivesse Satélite (mais 500 e tal metros) meteu o tempo total nos 50:30 (min).

(*) Tendo em conta estas confusões todas e os 2 últimos Km sempre a descer, não vou contar o tempo como record.

Pontos positivos

  • Saco de oferta no final – Pão, 3 pacotes de bolachas, um pacote de sumo, 2 garrafas de água e ainda havia distribuição de fruta (maças).
  • Percurso

Pontos negativos

  • Não havia distribuição de água durante o percurso.
    • Se estivesse mais calor ia ser tramado. Não senti falta física mas quando estava a chegar ao 5º Km tinha expectativa de encontrar água. Mas depois não me lembrei mais disso.
  • Não havia marcação dos vários pontos quilométricos do percurso.

Para mim é uma prova a repetir, mas no próximo ano vou tentar não ser o último a arrancar :p, porque depois para recuperar foi preciso andar a apertar durante o percurso quase todo.

Treinos da semana (8/Novembro a 14/Novembro)

Novembro 14, 2010

2ª feira, 8/Novembro

Dia de descanço planeado

3ª feira, 9/Novembro

50:03:26

4ª feira

Treino da manhã

Já com o Garmin fui fazer o percurso da “volta curta” para ver se, com os últimos treinos, conseguia fazer melhor do que na semana passada.

Lá fiz as subidas e voltinhas do costume para e passei no ponto de início aos 38:09 (min). Desta vez continuei a correr e fiz mais umas centenas de metros, em jeito de arrefecimento. Foi pior tempo do que na semana passada, mas adiante.

No final do treino o Garmin dizia que fiz 7.7 Km em 42:13.

Treino da tarde

O brinquedo puxa para a corrida e, neste momento, a corrida está ao serviço da novidade. Quando o efeito novidade passar, vai ser o brinquedo a passar a estar ao serviço da corrida (como deve ser).

Chegeui a casa depois do trabalho e como não tinha nada de jeito para fazer, resolvi ir experimentar novamente o Garmin. Tinha pensado em fazer algo entre 3 e 5 KM (agora já tenho tendência para pensar menos em duração e mais em distância) mas, segund o Garmin, acabei por fazer… 12.0 Km em 01:03:10 (hora).

5ª feira

Fui fazer novamente um treino ao final da tarde. O almoço tinha sido forte pois tinha ido a um buffet de Sushi num restaurante Japonês. Quando comecei a corrida ainda me sentia um pouco cheio e, por essa razão, comecei o treino com um ritmo lento para evitar ficar mal disposto ou com dôr-de-burro. Progressivamente fui-me sentindo melhor e a certa altura já não dava pelo sushi.

Segundo o Garmin fiz um pouco mais de 14 Km, num percurso que foi basicamente ir de minha casa até outra localidade e voltar pelos mesmos sítios. Para lá o Garmin marcou 7 Km e qq coisa e para cá mais ou menos o mesmo, pelo que o aparelho parece ser consistente nas medições. Tempo total de treino: 01:17:31 (horas).

No final do treino ainda me sentia capaz de fazer mais algum tempo de corrida portanto, confiando que os 14 Km do Garmin estão mais ou menos correctos, estou neste momento a correr essa distância de forma confortável e sem ficar com muitas dores nas pernas no dia seguinte.

6ª feira

Dia de descanço. Tinha planeado correr mas sentia as pernas presas e resolvi tirar o dia para descançar, até porque nos dois dias anteriores tinha feito 3 treinos.

Sábado

Dia de descanço (antes de prova)

Continuei focado em manter a consistência a nível de número de treinos semanais. O Garmin tem ajudado, principalmente no que diz respeito aos treinos mais longos.

Tenho-me sentido bem, não só fisicamente mas também em termos anímicos e emocionais. Tenho estado bem disposto durante a corrida e não me tem custado (muito :p) sair da cama para ir correr ou ir correr após o dia de trabalho.

Os treinos ao final da tarde parecem-me que correm um pouco melhor, talvez por causa da questão da alimentação.

No dia em que fiz dois treinos abusei um bocado mas acabei por não me resentir disso. Continuo com vontade de esticar a minha zona de conforto em termos de distância.

Garmin Forerunner 305 – primeiras impressões

Novembro 11, 2010

O meu Garmin 305 chegou esta semana e fiz hoje o 3º treino com ele. Tenho andado entretido a olhar para os dados no Garmin Connect (site que permite analisar os dados recolhidos durante as actividades feitas com o 305).

As minhas primeiras impressões do gadget:

Tamanho

Não é tão grande quanto me parecia por ver imagens. O relógio é em forma de L o que faz com que nas imagens pareça que fica maior do que realmente fica. De qualquer forma não deixa de ser um pouco grande.

Peso

Não é pesado.

Registo dos percursos

Os percursos por onde tenho passado estão a ser bem marcados, isto é, o mapa gerado no Garmin Connect apresenta as ruas por onde passei.

Determinação de distância percorrida

Relativamente à determinação da distância, que para mim é o ponto mais importante… Apesar de não ter certezas das distâncias reais, parece-me que está a ter resultados consistentes.

Dois exemplos:

Ontem fiz um treino que, durante os três primeiros KMs, foi igual ao início do percurso do treino de hoje. Os dois primeiros KMs de ontem e os dois primeiros KMs de hoje foram marcados praticamente no mesmo sítio. O 3º Km hoje foi marcado um pouco antes do que ontem (uns 5 metros antes). Isto talvez se deva ao facto de a meio do 3º Km existir uma passagem por baixo de um túnel, o que poderá fazer variar um pouco os dados.

O treino de hoje foi um percurso de ida e volta a um local (A->B->A) passando praticamente pelos mesmos sítios em ambas as partes do percurso, embora com pequenas diferenças (locais onde atravessei a estrada, etc.).

Um pouco antes do ponto de retorno, o Garmin marcou 7 Km. Quando cheguei novamente ao local de início da corrida, o Garmin marcava um pouco mais de 14 Km. Isto significa que marcou mais ou menos 7 Km para cada lado.

Ainda pretendo testar melhor este aspecto, nomeadamente em pista de tartan de 400 m.

Determinação de elevação

Neste ponto tenho tido resultados mais variados. No primeiro treino que fiz o Garmin Connect apresentava a variação de elevação de forma que me pareceu bastante aproximada. Nos dois treinos posteriores as variações já me pareceram estranhas (muitos altos e baixos). Por outro lado, ao olhar para o grafico do treino de hoje, vejo que passagens no mesmo local em alturas diferentes registaram aproximadamente a mesma altitude.

De qualquer forma já sabia que este não era um ponto forte do Garmin, devido à própria tecnologia.

Site Garmin Connect

O site, além de visualmente apelativo, está bem feito e apresenta informação interessante. O percurso efectuado no treino é sobreposto a um mapa do Google Maps e são apresentados vários gráficos (evolução de velocidade, ritmo cardíaco, etc.).

É possível fazer “play” dos percursos, o que faz com que se veja um marcador a progredir no mapa, repetindo o percurso que foi registado. Ao mesmo tempo é possível ver um gráfico com evolução de velocidade, altitude e afins.

Quem gostar de analisar dados para tentar encontrar padrões e afins vai-se sentir em casa naquilo. Tenho achado interessante analisar os pontos máximos e mínimos de cada gráfico (p.e. velocidade), olhar para o ponto do mapa onde cada ponto interessante ocorreu e concluir algo do género “ah esta baixa de velocidade foi naquele sítio em que tive de ir mais devagar porque… o chão estava molhado”.

Os treinos registados no Garmin Connect podem ser publicados ao público (por omissão são privados).

Ainda tenho de explorar melhor o aparelho, nomeadamente usar o mesmo em treino de séries, mas até agora estou satisfeito.

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Treinos da semana (1/Novembro a 7/Novembro)

Novembro 7, 2010

2ª feira, 1/Novembro

Acordei e fui correr às 10h30. Luxos de feriado, claro. Foi um treino leve, para recuperar dos dias anteriores de forma activa. Corri durante 46 minutos.

3ª feira, 2/Novembro

Dia de pausa por calonisse e trenguisse. Apesar de ter acordado a horas, tinha uma das pernas um pouco tocada e não me apeteceu ir correr de manhã. Resolvei deixar o treino para o final da tarde: não me lembrei que mudava a hora… ao final da tarde quando cheguei a casa já estava muito escuro… desculpas, desculpas.

4ª feira, 3/Novembro

Saltei da cama às 6h30 para ir correr. Fui fazer um percurso curto (penso que terá cerca de 6 Km) mas com muitas subidas. É uma volta que eu costumava fazer muito em 2009, antes de me ter metido no ginásio. Fiz em 37:52.13 (min).

O meu melhor tempo nesta volta foi de 35:45.10 (min) feito em Novembro de 2009, pelo que este tempo não foi nada de especial. Vou tentar repetir este percurso semanalmente, com objectivo de baixar o tempo progressivamente.

5ª feira, 4 de Novembro

Dia de treino um pouco mais longo. Saí de casa para correr uma hora, corri 01:01:54 :). Foi um daqueles treinos em que saí de casa com o objectivo ir o mais longe possível durante 30 minutos e depois voltar para trás. Foi mais ou menos isso que aconteceu.

Quando estava a voltar para casa, aos cerca de 50 minutos do meu treino, passou um corredor por mim com uma força e ritmo invejaveis. Ainda tentei ir atrás, mas não dava mesmo. Nem mesmo numa zona de subida aquele corredor me deixou alcança-lo.

Há que continuar a treinar.

6ª feira, 5 de Novembro

Dia de treinar nas calmas. Tinha decidido fazer 45 min mas depois acabei por me meter por umas ruas que me levaram um pouco mais longe. Tempo de treino: 55 min. No final do treino fiz um sprint (daqueles para a fotografia) e as pernas responderam bem.

Sábado, 6 de Novembro

Dia de descanço planeado.

Domingo, 7 de Novembro

Para terminar a semana de treinos fui com dois amigos (o Osvaldo e o Tiago) para o Jamor. Um deles (o Tiago) fazia a sua estreia em corrida e já andávamos há algum tempo a tentar trazê-lo para uns treinos. Em virtude disto acabamos por fazer um treino leve, com algumas paragens para andar.

Fizemos vários tipos de terreno, incluíndo asfalto, terra batida, areia da praia e os trilhos do circuito de manutenção do Jamor, onde aproveitámos para fazer alguns exercícios de peso corporal. Isto tudo durou um pouco mais de 1h30m. Agora é preciso continuar a melgar o novato para ele se fazer à estrada regularmente 🙂 pois ele hoje até se portou muito bem :).

—–

Nesta semana tentei essencialmente manter alguma consistência e não exagerar no volume, tendo em conta que não corro com este género de regularidade há já algum tempo. Nos próximos tempos pretendo fazer, de forma consistente, entre 4 a 6 treinos de corrida por semana.

Saltei da cama às 6h30 para ir correr. Fui fazer um percurso curto (penso que terá cerca de 6 Km) mas com muitas subidas. É uma volta que eu costumava fazer muito em 2009, antes de me ter metido no ginásio. Fiz em 37:52.13 (min).

O meu melhor tempo nesta volta foi de 35:45.10 (min) feito em Novembro de 2009, pelo que este tempo não foi nada de especial.

Entretido a pensar em fazer uma Meia-maratona

Novembro 7, 2010

Tenho andado a pensar em fazer uma meia-maratona (21097.50 metros) nos próximos tempos.

Ando a ver os calendários de provas para tentar escolher uma prova alvo para este objectivo. Em 5/Dezembro vai haver uma em Lisboa, integrada na Maratona de Lisboa. No entanto 1 mês parece-me pouco tempo para me preparar em condições – não quero arriscar lesões.

Pensei na Meia-Maratona da ponte 25 de Abril (Março de 2011) mas, pela minha experiência na “mini-maratona” integrada nessa prova, a confusão é demasiada. Em 2009 tive de fazer a ponte toda ao zigue-zague e com saltos por cima do separador (que tem mais de meio metro) para conseguir fazer a prova toda sem parar de correr. Em 2009 foi um zigue-zague semelhante, embora menos agressivo (ou então eu é que já estava habituado :p).

Caso alguém tenha sugestões de provas boas para estreantes em “22 Km”, perto de Lisboa, avise.

Entretanto vou ver se participo em provas mais longas do que os habituais 10 Km. Este mês há uma (V Grande Prémio da Arrábida – com prova de moscatel ao 8º km :)) mas fica em Setúbal pelo que ainda não tenho certeza se irei… até porque há uma corrida de 10 Km cá em Lisboa no mesmo dia.

Ultra Marathon Man

Novembro 2, 2010

Vi há tempos o filme que documenta as 50 Maratonas que o Dean Karnazes fez em 50 dias consecutivos, em 50 estados americanos diferentes.

Não sendo o ultra-runner com melhores resultados do mundo, o Dean é provavelmente o mais mediático, principalmente entre os não especialistas. O documentário está interessante e em algumas partes torna-se muito emotivo: vemos algumas pessoas com deficiencias e doenças ali a dar no osso para fazer uma maratona ao lado do Dean.

O Dean puxa muita gente para a corrida e isso é de louvar.

No documentário podemos ver o Dean em provas em tipos de terreno variado, incluindo uma Maratona feita em mato (que, se bem me lembro, foi a mais demorada). Também há provas feitas em condições atmosférias variáveis, incluindo uma prova onde choveu a potes.

Gostei de ver a voltar atrás durante o percurso, para ajudar os mais lentos ou os que iam com dificuldades.

Uma coisa que achei impressionante foi a forma como ele conseguia manter a massa muscular, apesar de todo o exercício que fazia. Isto não devia ser uma surpresa para quem conhece a história da pizza, mas mesmo assim achei impressionante.

Enfim, recomendo vivamente o visionamento deste documentário… 🙂