Archive for Março, 2011

Offtopic #1 – O Kumbu e as finanças pessoais

Março 28, 2011

Nesta minha primeira abordagem ao “Off topic” de 2ª feira, vou falar do Kumbu, um gestor de finanças pessoas para telemóveis com o sistema operativo Android.

Eu sou um dos autores do Kumbu, pelo que isto é um post totalmente publicitário. Se não tiverem para aturar anúncios, podem passar à frente :).

O que é que o Kumbu faz por vocês? O Kumbu ajuda-vos a encontrar os vossos padrões de despesas e a descobrirem onde é que andam a gastar mais dinheiro. Esta informação tem o potencial de permitir ajustar os nossos gastos e ajudar-nos a poupar dinheiro.

Como podem ver pelas imagens, a interface é catita. A aplicação é simples de usar e está focada nos usos típicos do dia–dia (pagamentos com Multibanco ou dinheiro, levantamentos de dinheiro da conta bancária, etc.).

Mais informações no site oficial.

E pronto, o primeiro off-topic fica por aqui :).

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Corrida do ISCPSI / APAV

Março 27, 2011

Este mês houve oferta de corrida com fartura, o que fez com que eu fosse a 4 corridas em 4 fins de semana consecutivos. Hoje, para fechar o mês, fui à Corrida do ISCPSI / APAV. No ano passado, neste mesmo dia, tinha estado na Corrida do Pai. Este ano não até era capaz de a repetir, mas não sei o que lhe fizeram… Mas adiante, que variedade também é bom.

Convenci dois novatos a irem também. Um deles (Luís) já fez algumas corridas, mas o outro (Tiago) era estreante. Acho que só o convenci porque ele mora ali perto da zona da partida, mas pronto, o que interessa é que aceitou o desafio :).

O tempo de manhã estava fresquinho, mesmo a jeito para correr à beira-mar.

Partiu-se de Alcântara, mais concretamente do Largo do Calvário, em direcção ao Cais do Sodré. Antes de chegar ao Cais do Sodré era o ponto de retorno, e a corrida passava a ser em direcção a Belém, de onde se retornava novamente para acabar perto do CCB.

Este percurso tem a particularidade de praticamente não ter desníveis, pelo que era ideal para mais uma correria atrás do relógio. Em Mem Martins, num percurso cheio de sobe e desce, os 10 Km tinham ido em 44:56 (min) e esta corrida era uma oportunidade de confirmar (ou não) que estou a conseguir percorrer 10 Km em 45 minutos.

Quando deram o tiro lá arranquei e fui quase a passo até arranjar espaço para correr. Pouco depois já ia num ritmo mais rápido e pronto para irritar o relógio.

Dez quilómetros são dez quilómetros e correr a 4:30 min/km não me deixa grande espaço para apreciar a vista. Por esta razão não tenho grandes recordações da prova.

A maior dificuldade que senti foi o vento contra que se fez sentir algures entre os quilómetros 6 e 9. Isto coincidiu com uma fase em que tive de andar a apertar o ritmo para andar “de ilha em ilha” (ou seja, de pequeno grupo de corredores em pequeno grupo de corredores). Mas prefiro o vento contra do que o sol maluco que estava na semana passada na Meia-Maratona de Lisboa.

Tempo final: 44:32 (min). O Garmin marcou 10.06 Km. É o meu novo record pessoal em provas de 10 Km 🙂 e é a segunda vez que faço menos do que 45 minutos nesta distância.

Esta prova foi provavelmente a prova onde me deram mais “brindes”, quer no saco que me deram quando paguei a inscrição, quer no saco que deram no final. Só encontrei dois pontos negativos na prova: a t-shirt da prova era preta e de algodão, pelo que não a usei porque correr de preto é faltar ao respeito ao Sol. O outro ponto negativo foi a impossibilidade de pagar a inscrição via-Multibanco. Enfim, nada do outro mundo. No próximo ano sou capaz de voltar.

PS: O Tiago, o estreante, no caminho de regresso, vinha a dizer “a seguir quero fazer uma prova de 5 Km” ;).

25 Março 2010, 25 Março 2011: um ano de blog

Março 25, 2011

Este blog faz hoje um ano. Foi em 25 de Março de 2010 que escrevi aqui os primeiros textos. Um ano a correr e a escrever sobre corrida. Um ano a relembrar as coisas que me passavam pela cabeça enquanto o suor escorria.

Para variar um pouco e “celebrar”, vou começar uma brincadeira nova na próxima semana. No “dia oficial do calão” (2ª feira, o dia em que raramente treino porque no Domingo tipicamente faço prova ou treino pseudo-longo) vou passar a escrever sobre algo que não tenha nada a ver com corrida… Não é que esteja farto de escrever sobre corrida. Simplesmente quero adicionar algum “sal e pimenta” ao blog – coisa que podia fazer forçando-me a respeitar o novo acordo ortográfico, mas ainda não ganhei “paciência” para tal :).

E pronto, hoje é só isto. Domingo há prova, portanto, até lá…

Meia-Maratona de Lisboa (2011)

Março 20, 2011

Mais uma vez  a sair da cama às 6h30 para chegar ao Pragal cedo e conseguir partir sem problemas. Estive para não ir porque ontem passei o dia mal do estomago e não queria ter uma “emergência” em cima do tabuleiro… mas acabei por arriscar.

Já fui várias vezes a esta corrida mas foi a primeira vez que participei na Meia-Maratona. Convencido que ia estar a humidade do costume do lado de lá, levei uma t-shirt por baixo da t-shirt da corrida. Mas desta vez nada de humidade. Esteve sempre bom tempo.

Percurso da Meia-Maratona de Lisboa

Esta corrida tem sempre um mar de gente a participar, apesar de ser uma prova cara. A maioria das pessoas vão para a Mini, mas mesmo assim o número de participantes na Meia é muito grande. Há muitos estrangeiros, que vêm atrás do chamariz “Ponte”. Isto faz com que haja alguma confusão. Quando participei na Mini era um ver se te avias para conseguir arranjar um sítio decente para arrancar.

Hoje, na zona do “garrafão” da ponte, o pessoal da Meia foi separado de forma a partir na zona à frente do pessoal da Mini. Este grupo de pessoal da Meia foi depois alinhado a cerca de 50 metros da linha da partida e foi daí que se começou a correr quando foi dado o sinal de Partida. Isto acontece porque existe um outro grupo que parte mais à frente, mesmo na linha da partida. Pensei que este grupo fossem atletas com certos tempos, mas também havia algum pessoal com dorsais da Mini a passar para essa zona… Ouvi falar em dorsais “VIP”… vá-se lá perceber.

Na minha zona também estava uma rapariga que, pelo que percebi sem ter visto o dorsal dela, ia fazer a mini. E ia fazê-la com uma mala de senhora ao tiracolo. A rapariga estava preocupado que o pessoal quando começasse a correr fosse muito depressa e a atropelasse. Pudera :p

(Eu acho bem que as pessoas participem nestas coisas mesmo que não corrram, porque muita gente que hoje fez a “mini da ponte” a andar e daqui a uns tempos pode estar mesmo a correr e a fazer corridas de 10 Km todos os meses, o que é positivo. Mas o pessoal devia evitar meter-se em zonas para as quais não tem pedalada.)

Deram o arranque e lá foi o pessoal todo em carga, em direcção à ponte. Nisto só vejo um grupo de três senhoras de idade, que iam lado-a-lado, a desviar-se do pessoal que ia todo a correr em carga. Não sei se as senhoras tinham dos tais dorsais “VIP”, mas sei que estarem ali podia ter dado em problemas…

A meio do tabuleiro olho para o lado direito e estava um artista a unirar pro Rio Tejo… Será que foi lá de propósito para fazer aquilo ? 🙂

Consegui passar o tabuleiro todo sem nenhum zigue-zague. Muito fixe e só foi possível porque ia na Meia-Maratona. No ano passado, na Mini, eu e o Osvaldo fizemos aquela coisa em zigue-zague e tivemos de saltar o separador central várias vezes.

Em Alcantâra, depois do primeiro abastecimento de água, o pessoal foi para a esquerda, em direcção ao Cais do Sodré. Neste abastecimento enfiei uma garrafa de água no bolso. E que jeito veio a dar…

O retorno foi feito um pouco depois da zona da Praça do Comércio. Na volta, um calor desgraçado. O Sol estava a ficar alto e não ia dar perdão.  Passei aos 10 Km com 50:40 (min). Até estava dentro do objectivo. O pior foi um bocado mais à frente.

Ao 13º veio a minha quebra. Até aqui tinha feito todos os quilómetros (excepto o primeiro) abaixo dos 5:10 (min/km). O 13º fiz em 5:17 e o 14º em 5:19.

Por volta do 15º passou-se em frente à zona da meta. Por esta altura eu já pedia chuva :). Mais um quilómetro feito em perca: 5:25 (min/km).

Mais ou menos aos 17.5 Km aparece o abastecimento de comida. Laranjas e bananas. Peguei em meia laranja e comi aquilo. Achei que podiam ter feito esse abastecimento um pouco antes (mais perto do 15º Km). Parece-me que nessa altura teria feito mais diferença. Continuei em frente, e continuei a quebrar o ritmo. Ia-me tentando colar a pessoas, mas todos os que ia apanhando estavam em quebra ainda maior que a minha. Estava difícil.

O novo ponto de retorno foi ali na zona de Algés. A partir daí senti que a prova estava praticamente feita. Mas tinha as pernas muito pesadas.

O 18º Km foi feito em 5:31, o 19º Km foi feito a 5:42 (min/km) e o 20º em 5:36.

Algures por aqui, mais meia laranja. A certa altura, o vento resolve aparecer e o boné que me tinham dado voou para trás. Não parei para o recuperar e ainda bem. Ainda ficava por ali.

No 21º puxei um bocado mais e consegui recuperar ligeiramente, tendo-o feito a 5:10 (min/km) mas já era tarde demais…

Tempo final 1h50m54s. É record pessoal pois foi melhor tempo do que a minha meia-maratona anterior, mas estava à espera de muito melhor: o meu objectivo era 1h45m.

Acho que este tempo de hoje, para a prova que é, com quase três quilómetros a descer, é fraquito. E também acho que estou a valer mais do que isso à Meia-Maratona. Os meus tempos dos 20 Km de Cascais e das Lezírias pediam outra prestação nesta meia… Os problemas de estômago não ajudaram. Faltou-me aquela força e energia que costumo ter. Talvez me devesse ter contido mais nos quilómetros iniciais. Se calhar devia ter levado uns cubos de marmelada 🙂 para comer depois da primeira metade da corrida. Não sei.

De qualquer forma, gostei da prova. A separação do pessoal da Meia e da Mini foi feita bem, tirando casos particulares de pessoal que se conseguiu infiltrar. Havia muita água e bebidas isotonicas ao longo do percurso. E ainda bem, porque passei a prova toda a destilar. Sempre que passava num ponto de abastecimento, trazia uma garrafa de água e a mesma não durava muito. Até bebidas isotónicas eu bebi e é muito raro eu beber disso…

Estou com a testa toda queimada do Sol. Devia ter feito a barba: teria ficado com alto bronze :).

(E agora é descobrir quando será a próxima meia, para ir lá tentar baixar este tempo.)

PS: Já não é a primeira vez que penso nisto. Nesta corrida há sempre montes roupa que fica no garrafão. Camisolas, calças e outras peças de roupa que o pessoal leva e que depois resolve abandonar quando fica melhor tempo. Não sei se esta roupa está a ser aproveitada de alguma forma, ou se está a ir para o lixo. Caso esteja a ir para o lixo, podia ser aproveitada, após limpeza, para dar aos sem abrigo… fica aqui a ideia.

Corrida das Lezírias 2011 (Vila Franca de Xira)

Março 13, 2011

Participei hoje pela primeira vez na Corrida das Lezírias, em Vila Franca de Xira. Quando ando nas provas costumo ver pessoas com camisolas desta corrida e tinha alguma curiosidade em saber como seria. A distância também vinha a calhar, tendo em conta a Meia-Maratona da próxima semana… portanto lá me inscrevi.

Saí da cama por volta das 6:30, tomei o pequeno-almoço, saí de casa e meti-me no comboio. Era o primeiro de três que tinha de apanhar para chegar a Alverca. Num dia normal de trabalho só acordaria depois das 7:00 :).

O tempo não estava grande coisa, tendo apanhado alguns pingos de chuva no caminho de casa para o comboio.

Em Entrecampos entrou um senhor no comboio que trazia uma mala da Corrida do Metro. Viu-me equipado e perguntou-me se ia para a corrida. Lá começamos a trocar umas ideias. Esse senhor tinha à volta de 60 anos, era de Setúbal e tinha acordado ainda mais cedo do que eu. No meio da conversa, contou-me uma história engraçada: quando era mais novo esteve na guerra, em Moçambique. Como a viagem de barco, de Portugal para Moçambique, demorava muito tempo, tinha de treinar a correr à volta do barco. Eram 180 metros para dar uma volta ao dito. Quando o mar ficava bravo, tinha de se agarrar, para evitar ir tomar banho… :).

A viagem de comboio lá foi passando e sempre dava para ver a paisagem. Chegámos a Vila Franca às 9h00. O tempo já tinha melhorado e, pelo menos por ali, não ameaçava chover.

Os dorsais estavam a ser distribuídos dentro da Praça de Touros local. Não sou grande apreciador de touradas, e acho que nunca tinha estado dentro de uma Praça de Touros. Aquilo estava praticamente tudo aberto e ainda dei um salto às bancadas. Mas até dava para ir ao meio da arena sem grande esforço. Uma coisa engraçada: a Praça tem lá pendurados uns quadros que são uma espécie de “diploma” de homenagem a alguns touros. Os quadros tinham uma figura dourada de um touro, o nome do animal e do “criador”. Pelos vistos, os touros mais “bravos” ganham o direito a ficar com o seu nome num quadro na parede da Praça.

Entretanto vi por lá o Luís Parro e o José Magro. Estive na conversa com o José Magro que me esteve a contar uns pormenores sobre os Trilhos de Sicó e outras provas organizadas pel’ O Mundo da Corrida. Tirei umas dúvidas que tinha sobre a Meia-Maratona na Areia (que também vai ser organizada por eles em Maio) e depois lá fui aquecer.

Havia bastante espaço para aquecer.

Eu tinha visto o caminho do ano passado e já sabia que o percurso era praticamente todo em recta. A única excepção é a subida e descida da ponte que passa por cima do Tejo e que tem de ser feita duas vezes.

Como não ando a tentar fazer nenhum tempo em especial aos 15 Km, resolvi fazer a experiência de ir “forte” desde o início e ver quanto tempo aguentava num ritmo perto do que consigo fazer em provas de 10 Km. Ia-me lixando, claro :p.

Começou a corrida. Lá fomos em direcção à Ponte de Vila Franca. No final da ponte virou-se à direita, para as Lezírias. Na curva estava um campino, em cima de um cavalo branco. Passou-se do alcatrão para a terra batida.

A chuva tinha deixado algumas pequenas poças no percurso. Como resultado, as pernas do pessoal estavam a ficar salpicadas de água acastanhada. E assim foi até um pouco depois dos 7000 metros, quando se chegou ao ponto de retorno. Nesse local, outro campino, em conjunto com um barril, marcava o local da volta.

Eu nem sei se os campinos foram lá colocados pela organização ou se resolveram ficar ali a ver a malta a correr. De qualquer das formas, estava giro.

No regresso já me estava a custar manter o ritmo. Mantive-me junto a um grupo de quatro corredores que iam entretidos na conversa. Fiquei com eles durante alguns quilómetros, até à entrada na ponte. Fiz a segunda subida da ponte feita “nas calmas” e os quatro fugiram.

Confirmei com o colega do lado que aquilo agora era pelo mesmo caminho da vinda.

Quando começou a descer, aproveitei para recuperar velocidade e tentar ganhar algum balanço. E assim foi. Voltei a alcançar o grupo de quatro corredores pouco depois.

Chegado à placa do 14º Km meti-me a caminho. Mas livra, era muito cedo. Quando fiquei com a meta à vista quebrei um bocado. Estava com vontade de dar um “esticão”, mas o esticão já tinha ido :).

No final o Garmin marcou 14.80 Km, em 1h08m58seg. Estava todo roto :).

Fiquei satisfeito. Foi bem menos do que esperava, o que resultou em que conseguisse apanhar o comboio mais cedo do que o previsto. Na volta, uma viagem de comboio calma, em parte passada a ler uma revista de desporto que me deram no final da corrida.

Já agora, os parciais do Garmin:

5 Km - 00:22:58 (hora)
10 Km - 00:46:30 (hora) - 5000 m em 23:30
Final - 01:08:58 (hora) - 4800 m em 22:28

(convém ter em conta que o Garmin não é exacto “ao metro”, portanto pode haver ali alguma discrepância…)

E pronto, na próxima semana há mais.

20 Kms de Cascais

Março 6, 2011

Após duas semanas em que apenas fiz 4 treinos, fui ver até Cascais ver como estava a máquina. A prova eram os 20 Kms de Cascais e era a minha primeira participação na mesma. Esta prova é praticamente uma meia-maratona. Tem menos um quilómetro e qualquer coisa, mas dá para testar a distância. Em termos de calendário até calhou bem, porque daqui a 2 semanas tenho uma Meia-Maratona para fazer :).

Tive a companhia do Osvaldo que ia fazer a sua maior prova de sempre. Quando chegámos a Cascais começou a chover, algo para o qual não iamos preparados. Fomos buscar os dorsais e apanhámos um bocado de água… a coisa estava tremida… mas, à medida que o tempo foi passando, o céu foi limpando e na hora da partida já tinha parado a chuva.

Os primeiros 5 quilómetros da prova eram uma voltinha por dentro de Cascais, que fazia com que passassemos duas vezes pelo balão da partida. Esses 5 Km estavam mesmo a jeito para servirem de aquecimento. E foi mesmo assim: comecei calmo e passei aos 5 Km com 26:28 (min).

O céu estava azul e tinhamos algum sol. Correr à beira-mar na Marginal foi muito agradável. Nesta altura do ano não está o calor pateta que costumo apanhar nas provas que há por ali (Corrida do Tejo e Corrida do Destak).

Ao quilómetro 12 estava a ficar com menos força nas pernas. Pouco depois do ponto de retorno, por volta dos 12.5 Km, tirei do bolso a minha arma secreta: um cubo de marmelada. Despachei-o num instante…

Por esta altura já estava em modo de ultrapassagem, correndo solitáriamente de ilha em ilha e deixando para trás o pessoal que tinha começado mais forte.  O regresso era quase sempre a rolar, tirando duas subidas já perto do final. O final propriamente dito era em descida.

Cada vez gosto mais destas provas maiores. Quando vou correr 10 Km estou sempre com “pressa de acabar” e de bater o relógio. Para correr 20 Km não posso usar o mesmo ritmo com que corro 10 Km, portanto acabo por olhar mais em volta e apreciar a paisagem.

Cheguei ao final com 1h38m14seg o que me dá uma boa indicação para a minha segunda Meia-Maratona.

No final deram-me um saco com a t-shirt e uma bonita medalha. A t-shirt tem os nomes de todos os que acabaram a prova no ano passado. No próximo ano tenho de lá voltar para ficar com a t-shirt que terá o meu nome.

PS: Entretanto descobri que a medalha tem a letra “I” escrita a branco no centro. E a razão para isso é simples: há alguns anos a organização desta prova começou a meter letras nas medalhas, de forma a construir a palavra “CASCAIS” ao fim de algumas edições. Portanto no próximo ano a medalha deve ter um “S”… Estes pormenores são uma boa forma de garantir que a casa vai estando sempre cheia.